Eleito pela unanimidade dos sindicatos filiados, Leocides Fornazza é\r\no novo presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado do Paraná\r\npara o quatriênio 2018/2022. A eleição foi realizada na última quinta-feira, 22\r\nde março, na sede da FECEP, em Guaratuba no XVIII Encontro dos Comerciários do\r\nParaná.
“Daqui para a frente o trabalho da Federação será ainda mais difícil\r\ndevido os efeitos da reforma trabalhista. Mas este é um desafio que eu, os\r\ncolegas de diretoria e os sindicatos dos comerciários de todo o Estado do\r\nParaná, estamos dispostos a encarar”, disse Léo após ser declarado eleito.\r\nE acrescentou: “Nosso trabalho será centrado no desenvolvimento de novos\r\nmétodos de atuação e novas formas de luta pelo reerguimento do sindicalismo\r\nobreiro, pois com a reforma trabalhista, a Federação e os sindicatos\r\nterão um grande desafio pela frente, que é o de se manterem fortes e\r\nrepresentativos. Será essencial um trabalho atento e redobrado para defendermos\r\nos trabalhadores no comércio".
Vicente Silva, atual presidente, deixa\r\no cargo após 16 anos à frente da entidade. Antes disso, Vicente esteve à frente\r\ndo Sindicato dos Empregados no Comércio de Curitiba, também por 16 anos. Com\r\nele foram diversos avanços e conquistas para os comerciários do Paraná: em\r\nnegociações coletivas, acordos, salário mínimo regional, além de discussões\r\nnacionais, como foi a representatividade sobre os empacotadores na Câmara\r\nFederal.
O atual presidente do SINCOMAR e novo\r\npresidente da FECEP concorda em gênero, número e grau com Vicente, no que diz\r\nrespeito ao conceito que ele tem sobre o sindicalismo. "Sindicato não é\r\nemprego para ninguém, é uma missão que precisamos fortalecer e oferecer o nosso\r\namor pela causa”, disse Vicente ao anunciar o resultado da votação.
Sob a presidência de Vicente Silva, a\r\nFECEP consolidou na categoria comerciária do Paraná uma grande união, que é\r\nquase familiar, Léo não tem dúvida de que o exemplo paranaense será propagado\r\npara todo o Brasil.
Fonte: Assessoria de Comunicação da\r\nFECEP
Um terço dos desempregados sobrevive com bicos e trabalhos temporários
Um terço dos brasileiros desempregados atualmente sobrevive com bicos e trabalhos temporários, geralmente informais, mostra pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Para 29%, o sustento vem da ajuda financeira da família ou amigos e 7% recebem auxílio do programa Bolsa Família. Apenas 2% utilizam poupança ou investimentos. O estudo, que entrevistou 600 pessoas nas 27 capitais, revela que a falta de trabalho provocou a queda no padrão de vida de seis em cada dez brasileiros. Entre...
Novo salário mínimo vai injetar R$ 57 bi na economia, diz Dieese
O aumento do salário mínimo de R$ 788 para R$ 880 deve injetar R$ 57 bilhões em renda na economia no ano que vem. São 48,3 milhões de brasileiros com rendimento referenciado ao salário mínimo, segundo estudo do Dieese divulgado nesta terça-feira (29). Desse total de 48,3 milhões de brasileiros, 22,5 milhões são aposentados e pensionistas; 13,5 milhões são empregados com carteira assinada; 8,2 milhões são trabalhadores por conta própria e 3,99 milhões são empregados...
Direito à reparação por dano moral é transmitido aos herdeiros, julga TST
O direito à reparação por dano moral se transmite aos herdeiros, desse modo, a família de um ex-vigilante que trabalhava para uma empresa de transporte de valores e segurança privada pode propor ação em nome do morto. Assim decidiu, de maneira unânime, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho. No caso, a viúva e as quatro filhas do empregado ingressaram com ação indenizatória por danos morais cinco anos depois que o trabalhador cometeu suicídio. Segundo a família, as condutas...