\r\n O projeto de lei que fixa o novo salário mínimo regional foi aprovado em primeira discussão pelos deputados no plenário da Assembléia Legislativa do Paraná (Alep), na tarde desta segunda-feira (25). A proposta volta a ser debatida nesta terça-feira (26), quando os parlamentares transformam o plenário em comissão geral para agilizar a tramitação, especialmente a votação de emendas apresentadas ao projeto. Se o reajuste de 6,9% for aprovado, o salário poderá variar entre R$ 708,14 e R$ 817,78, o que configura o maior salário regional do país.
\r\nEmpregador não pode se basear no código de trânsito para demitir motorista, diz TST
O empregador não pode se basear nas regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para demitir um trabalhador. Quem afirma é a 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que reverteu a justa causa que uma viação aplicou a um motorista demitido por ter batido na traseira de um táxi. O relator Cláudio Brandão não aceitou a tese de que a culpa do motorista consistiu no descumprimento de dispositivos do CTB sobre atenção e cuidados com o trânsito. "Em consequência do princípio protetivo que permeia as relações de emprego, torna-se inviável a aplicação da presunção extraída...
Homologação pelo Sindicato é segurança para o comerciário
A demissão de um empregado é sempre um momento de tensão nas relações de trabalho. Por isso é importante a presença do sindicato obreiro na hora de fechar a rescisão. A presença do sindicato é segurança para o empregado quanto ao recebimento de todas as verbas rescisórias a que tem direito. A reforma trabalhista deu às empresas o direito de fazer rescisões diretamente nos seus RHs, onde a possibilidade do trabalhador questionar erros de cálculo é mínima. “Quando o comerciário, por exemplo, vai até o seu sindicato antes de assinar os documentos relativos à...
Empregado que trabalhava com o próprio carro consegue vincular aluguel ao salário
Uma empresa de engenharia do Espírito Santo foi condenada pelo Tribunal Superior do Trabalho a integrar ao salário de um ex-empregado o valor pago pelo aluguel do carro dele, usado no trabalho. A integração do aluguel tinha relação direta com o contrato de trabalho, uma vez que a contratação estava condicionada ao fato do empregado possuir o veículo. De acordo com o processo, o empregado, contratado como eletricista , tinha que usar o seu carro próprio para executar tarefas diárias, recebendo R$ 1.140...