44 3220-3618

FALE CONOSCO

sincomar@sincomar.com.br

44 3220.3618

FALE CONOSCO
Facebook Twitter Blogspot

NOTÍCIAS

VOLTAR

Walmart pede royalties e compradores da rede desistem

Data de publicação: 02/02/2018

 Na negociação para a venda do Walmart\r\nno Brasil, alguns fundos de investimento que avaliaram a operação desistiram do\r\nnegócio, após discordâncias que poderiam dificultar o plano dos investidores\r\npara a rede, segundo apurou o Valor. A hipótese de ter que pagar royalties à\r\nvarejista após a venda do negócio é uma possibilidade levantada pela rede. A\r\nproposta não caiu bem entre alguns fundos, diz uma fonte a par do assunto. 

\r\n\r\n

Cálculos mais modestos para o valor da\r\nempresa têm sido feitos pelos potenciais compradores, e isso já foi sinalizado\r\nà varejista. Em 2016, a terceira maior varejista de alimentos do país faturou\r\nR$ 29 bilhões e a última linha do balanço tem oscilado entre lucro e prejuízo\r\ndesde que chegou ao país, em 1995. 

\r\n\r\n

O Walmart começou, há pouco menos de\r\nseis meses, negociações para vender o controle, ou uma fatia minoritária ou até\r\ntodo o negócio - essa questão se mantém em aberto, como forma de o Walmart abrir\r\nespaço para diferentes opções de saída. É uma maneira também de mostrar\r\ndisposição para se chegar a um acordo. 

\r\n\r\n

O Valor apurou que o Walmart não\r\ndescarta uma saída mais “light” da empresa do país, a ser feita em duas fases.\r\nNum primeiro movimento, a empresa poderia se desfazer de uma parcela\r\nmajoritária do negócio e com isso, o novo dono, com direito de preferência,\r\nexerceria esse direito para ficar com 100% da empresa num curto prazo de tempo.\r\nUma saída em etapas geraria menor percepção negativa ao grupo. Procurado pelo\r\nValor, Walmart não comentou. 

\r\n\r\n

Há algumas divergências em relação à\r\nforma como o Walmart pensa o negócio no país e os fundos que avaliaram o ativo. 

\r\n\r\n

A rede varejista entende que é preciso\r\nmanter investimentos em seus dois negócios principais, os supermercados e os\r\nhipermercados, sem colocar o braço de “atacarejo” (a cadeia é dona do Maxxi\r\nAtacado) como prioridade no país. A operação de atacarejo é a que mais cresce\r\nno país no Grupo Pão de Açúcar, por meio da rede Assaí, e no Carrefour, dono do\r\nAtacadão. 

\r\n\r\n

Nas informações que já foram abertas a\r\nfundos e gestoras, há um destaque, inclusive, para o projeto de hipermercados\r\nda empresa nos próximos anos - um negócio que passa por uma revolução no varejo\r\nglobal. O plano da varejista, apresentado aos interessados, também reforça\r\npossíveis ganhos com a integração da operação on-line e das lojas físicas,\r\nainda em fase inicial. 

\r\n\r\n

Pelas dados liberados aos\r\ninvestidores, o plano de negócios da rede para os próximos anos considera um\r\ninvestimento (Capex) elevado para a operação de supermercados e hipermercados.\r\nPelo menos dois fundos levantaram divergências em relação a esse aspecto. 

\r\n\r\n

Apesar dos problemas enfrentados pela\r\nrede na América Latina - com acusações, em 2012, de pagamento de propina no\r\nMéxico - avanços nos níveis de “compliance” (conjuntos de diretrizes definidas\r\npara evitar desvios legais) na empresa no país é um fator considerado positivo,\r\ndiz uma fonte a par das tratativas. 

\r\n\r\n

Nessas negociações, naturalmente, há\r\ndiferenças envolvendo avaliações sobre o negócio para os dois lados. Há um\r\nentendimento claro, por parte dos investidores, do potencial do negócio. Mas,\r\ndentro de uma reestruturação profunda e ampla da operação. 

\r\n\r\n

Há alguns fatores decisivos para o\r\navanço das conversas, segundo apurou o Valor. 

\r\n\r\n

Além de ser uma aquisição envolvendo\r\nalguns bilhões - para se ter uma ideia, o GPA vale em bolsa R$ 20 bilhões e o\r\nCarrefour, R$ 30 bilhões-, o negócio de varejo alimentar é uma operação\r\ncomplexa, o que limita número de interessados. Por isso, o fator “gestão” pode\r\nser determinante para o avanço das negociações. 

\r\n\r\n

O comprador teria que montar uma nova\r\nestrutura de gestão, com revisão de processos e custos, para tentar colocar o\r\nnegócio nos eixos - algo que não dá para fazer da noite para o dia. Neste caso,\r\na empresa de investimentos 3G tem, além do acesso à capital, sócios com\r\nconhecimento profundo do varejo. A 3G tem entre seus acionistas Jorge Paulo\r\nLemann,  um dos sócios controladores da\r\nLojas Americanas e ex-sócio do Walmart na metade dos anos 1990. 

\r\n\r\n

Há 23 anos no país, o Walmart avalia\r\nsair do Brasil após altos e baixos em seus balanços, nos quais lucros e\r\nprejuízos se intercalam, e diversas mudanças no comando. Dezenas de lojas foram\r\nfechadas, demissões foram feitas nos últimos anos. Uma reformulação das lojas\r\nestá em andamento. 

\r\n\r\n

Fonte: Valor Econômico.

\r\n\r\n

 

\r\n\r\n

 

Galeria de Fotos

Outras Notícias

Receita começa a pagar o sexto lote do IR

A Receita Federal está pagando a partir de hoje, segunda-feira (17/11) R$ 2,3 bilhões em restituições do 6º lote do Imposto de Renda Pessoa Física (2014), além de lotes residuais de anos anteriores (para quem caiu na malha fina). Para saber se sua restituição está no lote, os contribuintes podem acessar o site da Receita. As consultas também podem ser feitas pelo telefone 146 (opção 3) ou por aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets). Quem não estiver neste lote...

Senado encerra discussão da PEC do Teto e marca votação para terça

O plenário do Senado finalizou na noite desta quinta a terceira e última sessão de discussão, em segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016, que estabelece um teto de gastos públicos pelos próximos 20 anos. As três sessão foram feitas hoje (8), uma pela manhã e duas à tarde, apesar de protestos de senadores de oposição.  Finalizada a fase de discussão, a proposta já pode ser pautada para votação em segundo turno. Pelo calendário aprovado pelos líderes da Casa e confirmado hoje pelo presidente, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), a votação...

CNBB vai levar tema das reformas trabalhista e da Previdência às missas

Reformas como a trabalhista e a previdenciária, nos moldes propostos pelo governo do presidente Michel Temer (PDMB), podem até atender aos apelos do mercado, mas deixam de fora interesses básicos do cidadão –justamente o maior afetado por elas, e o que menos ou nada foi chamado a participar dessa discussão.  A opinião é da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), entidade que, nas últimas semanas, se reuniu com representantes de  centrais sindicais no debate por uma agenda de mobilização contra as reformas. No último dia 23, a entidade divulgou uma nota...

Rua Arthur Thomas, 426 - Centro - Cep: 87013-250

Maringá - Paraná | (44) 3220-3618 | sincomar@sincomar.com.br

FILIADO: