Reunidos na sede do Dieese, em São Paulo,\r\nna manhã dessa quarta-feira, dirigentes das seis centrais sindicais discutiram\r\nos detalhes para os e manifestações que vão ocorrer em todo o País no próximo\r\ndia 25, em defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários e pela retomada do\r\ncrescimento econômico.
O encontro contou com a participação de\r\nCanindé Pegado, secretário geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e\r\ndirigentes da CUT, Força Sindical, NCST, CTB, CGTB, Conlutas e do Dieese. A\r\njornada do dia 25 foi batizada de Dia Nacional de Mobilizações e Paralisações.\r\nA intenção é parar a produção em fábricas e empresas ao menos durante uma hora.\r\nAs manifestações estão programadas para todo o País.
Durante a reunião ficou definido que as\r\ncentrais vão passar orientações às suas regionais para também realizarem a\r\npreparação do dia nacional de mobilizações e paralisações junto às demais\r\ncentrais.
Cuidados com os golpes!
A Santa de Maringá, preocupada com a segurança de seus pacientes, colaboradores e Corpo Clínico, esclarece e alerta: o hospital não faz cobrança por telefone.Atenção: Se você ou alguém da sua família receber uma ligação em nome da Santa Casa de Maringá, pedindo informações ou dinheiro, entre em contato imediatamente com o hospital pelo telefone 044 3027-5633.Ao receber este tipo de ligação tenha em mente que o médico não entra em contato com a família do paciente para informar gastos adicionais ao tratamento, assim como todas as informações sobre a evolução do paciente...
Dificuldade econômica da empresa não autoriza dispensa de representante da CIPA
A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Homeplay Industrial Eireli a pagar indenização a duas empregadas que tinham assegurada a estabilidade no emprego por serem integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). A Turma afastou o argumento de que a drástica alteração no ramo da atividade empresarial, da indústria para o comércio, equivaleria à extinção do estabelecimento. Na contestação à reclamação trabalhista movida pelas trabalhadoras, a empresa alegou que em 2013, quando foram dispensadas, uma grave crise financeira obrigou-a a...
Perda de clientes não é justificativa para diminuir gratificação de trabalhador
Perda de contrato não é justificativa para rebaixar um trabalhador de posição e passar a lhe pagar menos. O entendimento é da 22ª Vara do Trabalho de Brasília, que não acolheu argumento da Infraero de que o descomissionamento se deu por justo motivo, porque a empresa perdeu a administração dos cinco aeroportos mais rentáveis, por decisão do governo federal. O valor a ser pago ao trabalhador será calculado utilizando a média do que o empregado recebia nos dez anos antes de ter sido rebaixado. A juíza Thais Bernardes Camilo Rocha lembrou que a destituição do cargo de confiança,...