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Em defesa dos direitos trabalhistas

Data de publicação: 17/08/2016

Militantes dos sindicatos ligados a\r\nUnião Geral dos Trabalhadores (UGT), e centenas de trabalhadores das demais\r\ncentrais sindicais realizaram na manhã dessa terça-feira (16) um ato em frente\r\nao prédio da  Fiesp ( Federação das Indústrias do Estado de São Paulo),\r\nlocalizado na avenida Paulista, coração financeiro de São Paulo. O ato\r\naconteceu em todas as cidades do País e marcou o Dia Nacional de Mobilização e\r\nLuta pelo Emprego e pela Garantia de Direitos. 

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UGT, CUT, CSP Conlutas, CGTB, Força\r\nSindical , Intersindical e Nova Central decidiram realizar o protesto  em\r\nfrente ao prédio da Fiesp por causa das declarações feitas pela alta cúpula da\r\nentidade e, em especial, contra as ameaças propostas pelos representantes do\r\ngoverno interino de Michel Temer aos direitos trabalhistas e previdenciários.\r\n”Em defesa dos direitos dos trabalhadores, as centrais sindicais estão aqui\r\nreunidas com uma responsabilidade importante que é a da defesa do bem estar\r\nsocial e das condições de trabalho”, ressaltou Canindé Pegado, secretário Geral\r\nda UGT. 

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Entre as reivindicações, os líderes\r\npresentes ressaltaram que se persistirem as ameaças de implantação de uma\r\npolítica de austeridade, em que, quem irá pagar o PATO, definitivamente, é a\r\npopulação mais pobre e a classe trabalhadora.. “Até agora ninguém falou nada em\r\ntaxar a fortuna do sr. Paulo Skaf, cobrar sobre o seu jatinho ou sua lancha.\r\nAté agora não falaram em alterar as aposentadorias daqueles que recebem\r\nbenefícios astronômicos, mas todos do governo são categóricos em afirmar que a\r\npopulação, que recebe um ou dois salários mínimos, são os culpados pelo suposto\r\nrombo na previdência”,  completa Wagner José de Souza, diretor da UGT.

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Representantes de diversos movimentos\r\nsociais também estiveram presentes ao ato. Mulheres, Idosos, Negros e Juventude\r\nparticiparam das ações em repúdio a toda e qualquer forma de flexibilização de\r\ndireitos trabalhistas ou sociais. “Entendemos que a luta pelos direitos dos\r\ntrabalhadores, atinge diretamente a juventude do nosso país”, reforça Caio\r\nGuilherme da Silva Santos, União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São\r\nPaulo (UMES). 

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Fonte: Imprensa UGT / Foto - FH Mendes

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