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Revisão, descanso e atenção: como evitar acidentes nas estradas no feriadão

Data de publicação: 25/05/2016



O feriado de Corpus Christi, nesta quinta-feira (26), é o último feriadão nacional deste ano, o que deve fazer muita gente pegar a estrada para curtir a folga viajando. Por isso, as rodovias em todo o País devem ter um movimento bem maior que o usual - e isso exige ainda mais cuidados dos motoristas.

 

Ao contrário do que muita gente pensa, não é mais perigoso viajar no feriadão. Apesar do número de acidentes nas estradas sempre aumentar nesse período, isso tem uma explicação lógica: quanto mais gente nas rodovias, maior a chance de acidentes. "A exposição fica maior nesses períodos mais movimentados", explicou ao iG Viviane Rivelli, coordenadora de segurança viária da ARTESP (Agência de Transportes do Estado de São Paulo). Mas são também nesses períodos que os motoristas abusam da imprudência. "Muita gente quer chegar logo no destino e acaba abusando", disse. "A causa de muitos acidentes é má condução e falha do motorista", explicou.

 

Por isso o motorista tem que ter atenção redobrada às medidas de segurança, que são as mesmas em toda época do ano. "Isso não muda: tem que descansar antes de sair, revisar o carro, não deixar nada solto no veículo, respeitar a sinalização e as regras de velocidade, manter o farol aceso mesmo durante o dia e não beber", orientou Rivelli. Para quem vai descer a serra, a época de neblina atrapalha ainda mais. "Manter o farol baixo na neblina e deixar o vidro traseiro aberto para ouvir os carros na estrada ajuda muito", disse.

 

Outra dica importante é sempre anotar o número de emergência das concessionárias que administram as rodovias. Em São Paulo, elas são obrigadas a oferecer serviços de ambulância e outras medidas de segurança. "Nós exigimos das concessionárias que elas apresentem medidas para a diminuição de acidentes nas estradas", explicou Viviane. "Estamos trabalhando com a meta da ONU de diminuir em 10% o número de mortes no trânsito por ano", garantiu a diretora de segurança da ARTESP.

 

Fonte: IG/UGT


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