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Desemprego adia para 2018 recuo da inatimplência

Data de publicação: 16/05/2016

O agravamento da crise econômica, com desemprego crescente e inflação corroendo o poder de compra do consumidor, fez com que entidades e consultorias adiassem para 2018 as previsões sobre o início da queda da taxa de inadimplência.

Antes, esperava-se que os calotes começassem a diminuir no ano que vem.

A ANBC (Associação Nacional de Birôs de Crédito) previa que a inadimplência começaria a recuar a partir de 2017, mas revisou a projeção por causa do aumento do desemprego -10,9% no primeiro trimestre do ano, o equivalente a 11 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho.

“Diferentemente do que aconteceu em 2012, quando tivemos o último surto de inadimplência -causado por excesso de endividamento da população em cenário de desemprego em queda-, desta vez é o desemprego que está puxando a inadimplência”, diz Luiz Rabi, economista da empresa de informações de crédito Serasa Experian.

Pelas projeções de Rabi, o desemprego só para de crescer no primeiro trimestre do próximo ano.

“Na melhor das hipóteses, começa a cair no segundo semestre do ano que vem. O problema é que, assim como é o último indicador a espelhar uma crise econômica, é também o último a recuar”, acrescenta.

Para voltar a contratar, os empresários precisam ter confiança de que a economia vai engatar trimestres consecutivos de crescimento, ressalta Rabi. E só com renda novamente esses consumidores poderão pagar suas dívidas e tirar o nome do cadastro de devedores.

O que acontece quando você deve:

30 dias
Empresa pode cortar serviços como telefone e gás, por exemplo. A distribuidora de luz notifica o cliente do não pagamento

Entre 45 e 55 dias
A luz pode ser cortada pelo distribuidor, que, depois disso, só poderá suspender o serviço de novo após 75 dias

60 dias
É o tempo médio que demora para uma empresa colocar o nome do consumidor no cadastro de inadimplentes

Entre 75 e 85 dias
Distribuidora tem nova oportunidade para cortar a luz

90 dias
O banco reconhece em balanço a dívida. Distribuidora de luz pode fazer a cobrança extrajudicial do valor

180 ou mais dias
Dívida geralmente é vendida para empresas de recuperação de crédito

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