A UGT-PARANÁ - União Geral dos Trabalhadores do Estado do Paraná,\r\ncompletará no próximo dia 8 de março, 10 anos de existência no estado do\r\nParaná, e por proposição do deputado estadual Ney Leprevost (PSD), será\r\nrealizada uma sessão solene no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná\r\n(ALEP), no dia 7 de março(quarta-feira), às 18h30.
Em sua justificativa o deputado Ney Leprevost, lembra o histórico das\r\nações da UGT em prol de melhorias para os trabalhadores paranaenses, dentre as\r\nquais a política de valorização do salário mínimo regional (maior do país),\r\ne da ação na Justiça exigindo o fornecimento de vacinas contra a gripe\r\nH1N1 para todos os trabalhadores pertencentes às categorias filiadas à central.
Ney adiantou que, além da homenagem à UGT-Paraná, serão agraciados\r\ntodos os dirigentes e funcionários por indicação das entidades filiadas.\r\n"Nada mais do que justo reconhecermos o trabalho daqueles que trabalharam\r\ndireto ou indiretamente para que a UGT se tornasse a maior central sindical no\r\nestado do Paraná", disse o deputado.
O presidente da UGT-Paraná, Paulo Rossi, mostrou-se lisonjeado com o\r\nreconhecimento da central. "Para nós, é um motivo de orgulho termos uma\r\nsessão na principal Casa de Leis do Paraná exclusivamente para homenagear essa\r\ndata histórica da UGT, uma central sindical cidadã, ética e\r\ninovadora".
Governo tenta melhorar (pra ele) o projeto da terceirização
A preocupação maior é com a arrecadação e nem tanto com os trabalhadores. Mas de qualquer forma, o governo vai tentar deixar o projeto menos pior O texto-base do projeto de lei que regulamenta a terceirização em empresas públicas e privadas já foi aprovado, mas o governo ainda negocia com a Câmara alterações que devem ser votadas na tarde desta terça-feira, 14. O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), determinou que emendas sejam apresentadas até as 14h, duas horas antes do horário...
Entrou água na reforma trabalhista
Juízes, desembargadores e ministros do Trabalho já avisaram que não aplicarão as novas regras contidas na Lei 13.467/2017 por entendê-las inconstitucionais.Os trabalhadores, por sua vez, incluem “cláusulas de salvaguardas” nos acordos coletivos com as empresas para se protegerem de retrocessos.Evidentemente que a “desaplicação” da reforma trabalhista encontra mais eco nas categorias com maior tradição de organização e mobilização. Mas, regra geral, entrou água na reforma trabalhista de Michel Temer. E não foi por falta de aviso.Fonte: Blog do Esmael
Presidente do TST repudia posição do ministro Gilmar Mendes em relação à Corte
O Presidente do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho, lamenta a forma ofensiva com que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes, referiu-se aos integrantes da Corte em palestra divulgada pela imprensa. "Em que pese a admiração e o apreço que tenho a sua excelência, não se pode admitir agressões dessa espécie, que extrapolam a salutar divergência de ideias, para atingir injusta e generalizadamente a honorabilidade das pessoas", afirma.Foto: Secom-TST