O ministro da Fazenda, Henrique\r\nMeirelles, afirmou nesta quinta-feira (1º) que a reforma tributária que está sendo\r\nconduzida pelo governo não vai reduzir a carga de impostos do país.
\r\n\r\n"A busca é pela simplificação\r\ntributária", afirmou o ministro em entrevista à rádio Eldorado,\r\nacrescentando ainda que, com a melhora da economia e com a simplificação\r\ntributária, a carga no país poderá começar a cair.
\r\n\r\nA reforma do Pis/Cofins está na lista\r\nde prioridades colocada pelo governo recentemente junto ao Congresso Nacional\r\napós ter desistido de votar a reforma da Previdência com a intervenção federal\r\nna segurança pública no estado do Rio de Janeiro.
\r\n\r\nMeirelles, ao ser questionado sobre\r\nsua eventual candidatura à Presidência da República, repetiu que decidirá\r\napenas no início de abril e que, por enquanto, não estava pensando nisso,\r\nmantendo-se totalmente focado na condução da economia.
\r\n\r\nNo entanto, afirmou que tem\r\nconversado com diversos segmentos da população, em várias regiões do país.
\r\n\r\nO ministro afirmou ainda que tem tido\r\n"excelentes conversas" com o PSD, sua atual legenda, e também com o\r\nMDB, para sua candidatura.
\r\n\r\n"Estou sentido receptividade\r\nmuito grande [dos partidos]", afirmou ele.
\r\n\r\nNa véspera, Meirelles esteve reunido\r\ncom representantes da agência de classificação de risco Moody′s e afirmou que\r\neles ainda não haviam decidido sobre novo rebaixamento do rating brasileiro,\r\nmas que isso ocorreria em breve.
\r\n\r\nNeste início de ano, a S&P Global\r\ne a Fitch reduziram a nota do Brasil por conta da não aprovação da reforma da\r\nPrevidência, em meio à situação fiscal delicada do país.
UGT afirma: taxa negocial teria valor menor do que o que é pago hoje pelo trabalhador
Em entrevista publicada nesta terça-feira, 8 de agosto, pelo jornal O Estado de S. Paulo e exibida pela Rede TV, Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), defende a criação da taxa negocial para manutenção do custeio sindical, uma vez que o imposto sindical, após aprovação da reforma trabalhista, deixará de existir a partir de novembro, quando a Lei entrar em vigor. Patah explicou que, atualmente, além do imposto sindical, que se tornará facultativo, existem: a contribuição associativa, que é paga pelos sócios dos sindicatos, que se utilizam...
Sincomar celebra com o Sivamar a Convenção Coletiva 2020/2021
Após intensas negociações a diretoria do Sincomar celebra com o Sivamar, a Convenção Coletiva 2020/2021, do segmento Varejista de Maringá e região, a assinatura ocorreu na sede do Sivamar, pelos presidentes das duas entidades, Ali Wardani e Moacir Paulo de Morais. Apesar de um ano extremamente difícil por conta dos efeitos provocados pela pandemia do Covid-19, foi acordado entre as partes reajuste de 2,50%, lembrando que o reajuste é retroativo ao mês de junho, data-base da categoria, a CCT foi registrada no sistema mediador do MTE no dia 14 de outubro de 2020.
O desemprego aumentou após a reforma trabalhista
Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados no dia 27 de dezembro, mostram que , ao contrário do que alardeia o governo e repicam os telejornais, o desemprego aumentou depois que a reforma trabalhista passou a vigorar. Foram exatos 12.292 postos a menos no mês de novembro, apesar das contratações temporárias. Os dados, que desmentem a fala do presidente Temer em rede nacional de rádio e televisão, são do próprio governo. Como fica agora a mídia, depois de insistir que a reforma trabalhista iria gerar milhões de novos empregos?