A taxa de desemprego no Brasil ficou\r\nem 12,2% no trimestre encerrado em janeiro, segundo dados divulgados pelo IBGE\r\nnesta quarta-feira (28). Isso significa que 12,7 milhões de pessoas estão\r\ndesempregadas no país.
\r\n\r\nApesar de se manter estável em\r\nrelação ao trimestre anterior (agosto a outubro), a taxa veio acima do previsto\r\npelos analistas
Após alcançar 13,6% no trimestre de\r\nfevereiro a abril, o desemprego vinha acumulando quedas nos índices de maio a\r\njulho (12,8%) e de agosto a outubro (12,2%).
\r\n\r\n“O índice vinha caindo, mas agora\r\nhouve essa estabilidade, interrompendo as duas baixas. É um movimento\r\ncaracterístico de janeiro, quando esse indicador tende a estabilizar ou até a\r\nsubir”, explica o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.
\r\n\r\nApesar da queda da taxa de\r\ndesocupação na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o número de\r\nempregados com carteira assinada continua em baixa, recuando 1,7%. O grupo foi\r\no único a cair nesse período.
\r\n\r\nO número de empregados sem carteira\r\nsubiu 5,6%, e o de trabalhadores por conta própria, 4,4%. Essas categorias\r\nsustentaram o crescimento da população ocupada, que aumentou em 1,8 milhão de\r\npessoas (2,1%).
Estudo aponta tendência de precarização do trabalho no Brasil
O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu estudos a respeito dos impactos econômicos da reforma trabalhista (Lei 13.467/2017) realizados por 31 pesquisadores do Centro de Estudos Sindicais e de Economia da Universidade Estadual de Campinas (CESIT/UNICAMP). A análise expõe as fragilidades dos argumentos comumente disseminados para justificar a necessidade de alteração legislativa e traz subsídios técnicos para o enfrentamento das discussões – abordando o tema sob diferentes aspectos. Entre eles, os efeitos negativos de reformas trabalhistas em outros países que inspiraram...
Reforma trabalhista prevê contrato por produtividade e jornada de até 12 horas
A reforma trabalhista que será proposta pelo governo do presidente Michel Temer poderá ampliar as modalidades permitidas de contrato formal de trabalho. Hoje, o único formato possível é o que prevê jornada de trabalho, mas estão sendo aventados outros dois tipos: por horas trabalhadas ou por produtividade. O governo também pretende limitar a jornada de trabalho a 48 horas semanais (44h regulares e 4h extras), com um teto de 12 horas diárias. A principal mudança neste caso seria em relação à jornada diária, que hoje é limitada a 8 horas, mas, pela proposta, poderá ser estendida...
Empresas são despreparadas para lidar com a questão da obesidade
A professora e consultora Christiani Marques Cunha publicou no portal Consultor Jurídico, artigo sobre a discriminação dos gordinhos , principalmente no mercado de trabalho . Professora de Direito pela PUC (SP) e doutora em Direito das Relações Sociais, ela faz a seguinte análise da situação: “A expressão “plus size” gerou polêmica na imprensa durante as últimas semanas. Grandes magazines foram questionados quanto à possível discriminação dos obesos. As modelos...