44 3220-3618

FALE CONOSCO

sincomar@sincomar.com.br

44 3220.3618

FALE CONOSCO
Facebook Twitter Blogspot

NOTÍCIAS

VOLTAR

Perda de empregos foi maior nos serviços

Data de publicação: 23/01/2017

Maior empregador da economia brasileira, o setor de\r\nserviços teve em 2016 o seu pior ano da história no mercado de trabalho formal,\r\nsegundo dados divulgados na última sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho\r\ne Emprego.

\r\n\r\n

Foram eliminadas 390 mil vagas com carteira assinada\r\nno setor, o pior resultado desde 2002, quando foi iniciada a série histórica do\r\nministério. Foi o único setor de peso em que o saldo negativo de vagas foi\r\nmaior do que em 2015.

\r\n\r\n

Considerando todos os setores, o Brasil perdeu em\r\n2016 1,32 milhão de postos de trabalho formais, resultado pior somente do que\r\nem 2015, quando foram cortadas 1,54 milhão de vagas.

\r\n\r\n

Indústria, comércio e construção civil tiveram o\r\nsegundo pior ano da história, eliminando, respectivamente, 323 mil, 359 mil e\r\n204 mil vagas formais. Nos três casos, saldos negativos menores do que no ano\r\nanterior.

\r\n\r\n

“Indústria e construção começaram a piorar antes, em\r\n2014, quando o resultado geral ainda ficou positivo porque comércio e\r\nprincipalmente serviços mais que compensaram a queda”, disse Thiago Xavier, da\r\nconsultoria Tendências. “O setor de serviços sentiu só em 2016 todo o impacto\r\nda crise econômica”.

\r\n\r\n

Dentro de serviços, os segmentos que tiveram o pior\r\ndesempenho foram os ligados a comércio, administração, imóveis e serviços\r\ntécnicos, com a eliminação de 178 mil vagas com carteira assinada.

\r\n\r\n

Apesar de continuar sofrendo com a crise no ano\r\npassado, a indústria de transformação eliminou quase a metade do número de\r\nvagas formais que cortou em 2015 (foram 323 mil, ante 609 mil no ano\r\nretrasado).

\r\n\r\n

Os segmentos que mais eliminaram postos de trabalho\r\nna indústria foram material de transporte (com corte de 51 mil vagas),\r\nmetalúrgica (45 mil) e indústria mecânica (37 mil vagas).

\r\n\r\n

O único segmento que conseguiu gerar mais vagas\r\nformais do que cortou foi o calçadista, com um saldo positivo de 4,4 mil postos\r\nde trabalho com carteira.

\r\n\r\n

Já a construção civil eliminou 359 mil postos de\r\ntrabalho em 2016, número melhor somente que o de 2015, que teve saldo negativo\r\nde 417 mil vagas formais.

\r\n\r\n

No caso do comércio, houve a eliminação de 204 mil\r\nvagas, ante 219 mil postos de trabalho que deixaram de existir no setor em\r\n2015.

\r\n\r\n

Regionalmente, o Rio de Janeiro, Estado com uma das\r\npiores situações financeiras, foi o que mais eliminou postos de trabalho em\r\n2016.

\r\n\r\n

 

\r\n\r\n

Dezembro de 2016 foi o 21º mês consecutivo em que o\r\npaís demitiu mais trabalhadores do que contratou -a quantidade de demissões\r\nsuperou as contratações em 462 mil, menos do que os 596 mil registrados no\r\núltimo mês do ano retrasado.

\r\n\r\n

Além disso, o saldo negativo veio abaixo do esperado\r\npelo mercado, que apostava em um número acima de 550 mil. Mesmo assim, a\r\navaliação de Xavier é que ainda não há razão para comemorar.

\r\n\r\n

“No ano passado ainda houve mais demissões que\r\ncontratações”, disse Xavier.

\r\n\r\n

A expectativa da consultoria é que 2017 será um ano\r\nem que as contratações voltarão a superar as demissões. “Mas a criação de\r\npostos tende a ser moderada e lenta. É difícil pensar em uma velocidade rápida\r\nenquanto o PIB demora tanto a reagir”, afirmou.

\r\n\r\n

Xavier disse que, quando se vê os últimos trimestres\r\nda série histórica, somente 2015 e 2016 tiveram resultado negativo, o que\r\nmostra que é necessário ter cautela nas previsões, pois a economia está\r\ndemorando para reagir.

\r\n\r\n

Fonte: Folha de S. Paulo.

Outras Notícias

MPT: conquistas sindicais valem apenas para trabalhadores sindicalizados

"Não se mostra justo que uma parcela da classe trabalhadora, em que pese não participar da vida sindical e não se engajar na busca por melhores condições de trabalho, beneficie-se de conquistas obtidas pela via do serviço de negociação coletiva.” O fim da contribuição compulsória, promovida pela Reforma Sindical, colocou em debate o direito às cláusulas econômicas e sociais dos Acordos e Convenções Coletivas para trabalhadores que não contribuem com o Sindicato. Recentemente, um episódio em Jaú, envolvendo os trabalhadores do Hospital Amaral Carvalho, fez com que o Ministério...

Empresa gera dano moral ao manter gestante de risco trabalhando

Permitir que uma funcionária trabalhe sob o risco de ter um parto prematuro gera danos morais. Com esse entendimento, a 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou que uma empresa de tecnologia da informação indenize uma ex-gerente e aumentou o valor fixado em segunda instância, de R$ 10 mil para R$ 30 mil. Ela disse que foi obrigada a continuar atuando mesmo depois de ter apresentado atestado médico com indicação de gravidez de risco. A ex-funcionária, que acabou passando realmente por parto prematuro, disse que a empresa tinha ciência...

Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo sem nenhuma restrição

O eleitor que, por algum motivo, deixou de votar no primeiro turno das eleições, poderá participar normalmente do segundo turno. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno é considerado uma “eleição distinta”. Assim, mesmo que o eleitor não tenha votado ou justificado a ausência no último dia 5 de outubro, deverá, no próximo dia 26, comparecer à sua sessão de votação e exercer, sem qualquer impedimento, o direito de voto. No primeiro turno, de 115,1 milhões...

Rua Arthur Thomas, 426 - Centro - Cep: 87013-250

Maringá - Paraná | (44) 3220-3618 | sincomar@sincomar.com.br

FILIADO: