\r\n O presidente da UGT-Regional Noroeste e do SINCOMAR, Leocides Fornazza, participou nos dias 20 e 21 desse mês de agosto em São Paulo da 15ª Reunião Plenária da Executiva Nacional da União Geral dos Trabalhadores, representando a UGT-Paraná. Nos dois dias de duração do evento, discutiu-se muito a nova realidade do sindicalismo brasileiro e o atual nível das relações capital e trabalho.
\r\n\r\n O preisdente da entidade, Ricardo Patah destacou ações da UGT em defesa da classe trabalhadora como a campanha nacional pela redução das taxas de juros dos cartões de crédito e a preocupação da central em assegurar conquistas e ampliar direitos. Todas as lideranças sindicais que lá estiveram, defenderam a união dos trabalhadores contra o discurso da elite econômica brasileira que já tenta lançar o ônus de uma crise que ainda nem chegou aqui sobre os ombros da classe trabalhadora.
\r\n\r\n Um dos palestrantes foi o economista Luiz Gonzaga Beluzzo, que enriqueceu o debate ao falar sobre “Origens e Natureza da Crise Atual”. Por meio de gráficos, Beluzzo mostrou a origem da crise nos últimos 40 anos, desde o período pós guerra até a globalização.
\r\n\r\n Segundo Leocides Fornazza nessa plenária, dezenas de novos sindicatos se filiaram à UGT, fazendo com que ela se torne em futuro breve, na central que representa o maior número de trabalhadores do Brasil.
\r\nEmpresa vai indenizar empregado que trabalhava mais de 70 horas semanais
Um trabalhador vai receber R$ 8,5 mil de indenização por ser obrigado a trabalhar 70 horas por semana e a usar camiseta com publicidade de fornecedores da empresa, sob pena de ser demitido. A decisão é 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, que manteve a sentença que condenou a uma empresa de materiais de construção. Na avaliação do colegiado, a jornada exaustiva suprimiu do empregado o direito constitucional ao lazer e a utilização de uniforme obrigatório violou o seu direito...
Acabar com o carrapato matando a vaca
Eis a lógica da reforma trabalhista com relação ao sindicalismo obreiro . Por Messias Mendes (jornalista do SINCOMAR) Dos 7 mil existentes no país, 4 mil são sindicatos que não tem representatividade quase nenhuma e portanto , sequer negociam convenções coletivas. Isso é um fato concreto que demandaria um amplo debate entre os próprios trabalhadores em torno de um projeto amplo de reforma sindical. O Brasil, claro, precisa...
Perfil do Comerciário Paranaense
Com base nos dados da RAIS 2015 (Relação Anual de Informações Sociais) do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), o Dieese elaborou um Perfil dos Comerciários Paranaenses do ano de 2015. Em um comparativo com o número de trabalhadores no período de 2006 a 2015, houve aumento de 47,34%, passando de 452.077 em 2006 para 666.085 comerciários em 2015. Distribuídos entre os segmentos, durante o ano de 2015 mostra que a maioria dos trabalhadores estavam no Comércio varejista chegando a 70,0%, seguido pelo Comércio por atacado com 17,9% e Comércio e reparação de veículos automotores...