O diretor-técnico do Dieese\r\n(Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos),\r\nClemente Ganz Lúcio, afirmou que a geração de vagas no mercado de trabalho com\r\nsalários mais baixos é reflexo da reforma trabalhista.
“Minha expectativa é que tenhamos uma\r\naceleração da terceirização por conta da reforma trabalhista, o que pode\r\nsignificar uma perda de postos intermediários no mercado formal. Dessa forma, a\r\ngeração de postos de trabalho fica mais concentrada em vagas de baixa\r\nremuneração”, disse em entrevista ao jornal Valor Econômico.
A matéria, com o título “Abertura de\r\nvagas formais só cresce na faixa de 1,5 mínimo”, foi publicada na edição desta\r\nsegunda (30). O texto destaca que houve crescimento de postos de trabalho com\r\nCarteira assinada nos últimos 12 meses.
No entanto, esse resultado é puxado\r\npela criação de vagas com baixa remuneração. Entre um e um e meio salário\r\nmínimo - ou seja, entre R$ 954,00 e R$ 1.431,00.
Fonte: Agência Sindical
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