Balanço do MPT mostra ainda que o\r\nnúmero de ações sobre trabalho escravo ajuizadas cresceu nos últimos dois anos:\r\nem 2016, foram 93 ações, contra 103 em 2017. “Os números expostos demonstram\r\nque o MPT continua se esforçando para garantir a manutenção da política pública\r\nde combate ao trabalho análogo ao de escravo”, afirma o vice-coordenador nacional de Erradicação do\r\nTrabalho Escravo (CONAETE), procurador\r\ndo MPT Ulisses Dias de Carvalho.
Entre as 103 ações, 70 delas (68%)\r\nforam relacionadas a trabalho degradante, o que mostra a importância do\r\nconceito moderno de “trabalho escravo”, mais abrangente, incluindo, por\r\nexemplo, escravidão por dívidas e o próprio trabalho degradante. O mesmo pode\r\nser observado em relação aos TACs - dos 217 firmados pelo MPT em 2017, 130\r\n(60%) foram relacionados a trabalho degradante.
Em relação as denúncias, em 2017, o\r\nMPT recebeu 1.187 relacionadas a trabalho escravo. Em 2016, o número de\r\ndenúncias foi de 1.274.
Campanha - Na última semana, foi\r\nlembrado o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo no Brasil, em 28 de\r\njaneiro, ocasião em que o MPT lançou a campanha nacional “Baseado em Fatos\r\nSurreais”. A ação conta com mais de 20 peças publicitárias, entre vídeos,\r\nspots, anúncios para revistas, outdoors, busdoors e conteúdo direcionado às\r\nredes sociais. As imagens são de trabalhadores explorados, em condições\r\ndegradantes, em todo o país.
Fonte: MPT
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